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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Vamos trocar miojo pelas maçãs?

Ainda não sei o quanto a publicidade infantil em produtos alimentícios influenciam as crianças. Lendo este post da Anne Rammi, refleti sobre o assunto. Tudo gira em torno de dinheiro. Nem o Maurício de Sousa escapa desta. Mas, será que se nós, pais, acostumamos nossos filhos com alimentos saudáveis, eles vão ser mesmo influenciados por esta publicidade? Não que este novo projeto seja ruim, mas será que precisa mesmo deste radicalismo todo? Não sei. Como disse, ainda não tenho condições de responder. Só sei que falando em Turma da Mônica no mundo dos alimentos, me lembro (com água na boca!) das maçãs deliciosas vendidas em saquinhos nos mercados. Talvez utilizaria isso com a Larissa. "Que tal trocarmos estes nuggets e o miojo, que não são legais, por este saquinho de maçãs docinhas que vão te deixar mais forte???"


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

"A sustentável leveza da minha consciência"

Achei este post no blog Super Duper e amei a forma como ela expôs atitudes simples, pequenas até, diante de tanta degradação, mas importantes para deixarmos nossa consciência tranquila de que, pelo menos, estamos fazendo nossa parte. Me fez refletir sobre minhas atitudes do dia a dia. O que ando fazendo para contribuir com a natureza? Que exemplo vou dar à minha florzinha?
Minha mamãezinha é bióloga, daquelas totalmente ligadas ao Meio Ambiente. Tem até pós graduação nisso. Então, em casa, fui educada a levar sacolas para o mercado, não trazer sacolinhas de plástico de lugar nenhum (senão era bronca!), na pia do banheiro há uma mensagem colada no azulejo para sempre nos lembrarmos do não desperdício de água, o banho também era controlado, descartáveis não passavam da porta, canecas iam para todos os lugares, a ordem em casa era Reciclar, Reutilizar e Reduzir e, ainda, separávamos o lixo. Mas, não era uma simples separação. Era tirar a parte de plástico das embalagens Tetra Pak (vai vendo o trampo!), lavar TODAS as embalagens antes de irem para o lixo, incluindo as de  margarina e maionese (ecati!), embalagens de shampoo e condicionador (que é um uó para lavar!) e saquinhos que embalavam frios, por exemplo. E se o absorvente viesse envelopado, o envelope era separado também. Ai da minha mãe achar alguma coisa reciclável no lixo comum. Bronca! No começo, a gente acha tudo muito chato, mas depois acostuma e ainda estranha quando vê alguém que não faz. Você procura o lixo reciclável na casa das pessoas ou fica aflita quando vê alguém jogando o lixo reciclável no lixo comum. Como é o condicionamento da gente! Então, casei, fui morar na minha casinha e quem disse que consigo mudar isso agora???? Aqui em casa também faço as mesmas coisas que fazia na casa da minha mãe. Com exceção, é claro, das embalagens de margarina e maionese que não tenho coragem de lavar. Nestes casos, minha mãe lavava pra gente e se ela souber disso, tenho certeza que vai pedir para eu levar as embalagens para ela. Quando menos percebo, tô tirando a embalagem da pasta de dente do lixo comum que o papai jogou e separando pro reciclável. Parece que ouço minha mãe falando na minha cabeça! É incrível...
Mas, o post me deu mais algumas ideias. Nunca pensei em reutilizar a água do banho da Larissa no vaso sanitário, por exemplo. E ainda faço mais algumas coisinhas. Não jogo óleo na pia, Separo e levo onde recolhem na minha cidade. A horta de temperos já está em fase inicial. Temos as jardineiras e as sementes. E como já postei aqui, utilizo sabão em pó e alvejante que não agridem a natureza. O duro é abolir o cloro. Ainda não cheguei lá.
Acho que ainda posso melhorar e que todo mundo tem condições de contribuir com o meio ambiente. Não é difícil e a natureza agradece!


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Grande ensinamento de Natal

Para mim, o Natal é uma data especial, da família. Época de união e alegria. Pelo menos, é o que minha mãe sempre prezou em nos ensinar. E é época também de solidariedade. Vendo uma reportagem agora no Bom Dia Brasil sobre as cartas ao Papai Noel dos Correios fiquei emocionada ao ver uma mãe ensinando exatamente isso à sua filha de 12 anos. Elas foram aos Correios e escolheram 3 cartas para apadrinhar. Em uma carta, a criança pede uma mochila e material para ir à escola. Numa outra, a criança pede uma bola. E na terceira, roupas. Pedidos simples, mas que vão tornar o Natal destas crianças especial. Agora especial mesmo é o ensinamento que esta mãe está dando à sua filha. Imagino como será a mudança de seus sentimentos ao ganhar seu presente de Natal ou ao perceber como é fácil tornar uma pessoa feliz sendo altruísta. É interessante até para ensinar sobre o consumo consciente. As crianças pedem principalmente presentes que serão úteis a elas e que fazem falta no seu dia-a-dia. Não pedem marcas nem presentes que ficarão encostados em alguns meses. A reportagem chama atenção também para a grande quantidade de cartas de crianças com pedidos de comida e até de presentes para outras pessoas. Definitivamente, será uma grande lição para esta filha. Amei o exemplo desta mãe! Espero poder ensinar o mesmo para a Larissa.